sábado, 23 de julho de 2011

Como criamos situações para o desenvolvimento de uma cultura de paz analisando as nossas responsabilidades


Constantemente nos deparamos com situações que geram conflitos no nosso dia-a-dia, seja no convívio familiar ou profissional. Esses conflitos normalmente são gerados por cobranças, muitas vezes até mesmo velada, sobre expectativas frustradas. Esperamos que cada um cumpra seu papel e muitas vezes esquecemos de analisar o quanto estamos deixando de cumprir o nosso.
E que papel é esse? Se ele não estiver muito claro pode originar problemas pela falta de clareza.
Quais as nossas responsabilidades, quando escolhemos desempenhar algum papel dentro da sociedade? Ele não é um só. Temos que escolher, como por exemplo, ser amigo, mãe, pai, namorado, marido, esposa, professor, diretor, coordenador, médico, faxineiro, atendente etc. A partir do momento que escolhemos, há a necessidade de se ter claro para todos os envolvidos como devemos realizar as ações que o envolvem.
Quando falamos do ambiente pessoal deve-se haver alguns combinados e sabemos que esses não são tão fáceis assim. Mas quando se consegue combinar, o segredo de se viver em paz é não se descombinar. Sentar e rever os combinados pode, o que não pode é se comprometer e não cumprir.
No ambiente profissional deveria ser mais fácil porque as funções já estão determinadas, muitas vezes até mesmo em legislação. Quando se tem abertura, deve existir o espaço para que elas sejam construídas, planejadas, registradas, relembradas. E tudo fica muito bem quando aquilo que se combina não se descombina. Vale lembrar que nesse espaço também se deve rever os combinados, mas rever em equipe.
Desse modo, fica muito claro como podemos fazer com que nossas responsabilidades podem afetar na construção de um ambiente voltado para a cultura de paz. Muito fácil. É só tentar.