quinta-feira, 21 de abril de 2011

Felicidade










Uma amiga de twitter escreveu um post em seu blog http://pazetal.blogspot.com/2011/04/medo-e-resignacao.html?showComment=1303386151885#c8713517965277379864 sobre medo e resignação e terminou o texto com a questão: Felicidade, onde estás que não responde? A partir disso, resolvi escrever o seguinte sobre a tal felicidade:
Vivemos atrás de tantas coisas, e muitas vezes a busca de resultados mais complexos nos impede de enxergar como a felicidade caminha do nosso lado a todo momento. Se pensarmos no significado da palavra, felicidade vem como paz interna. E como ela vem? Acho que vem como resultado das nossas ações diárias: o sorriso e o abraço gostoso das pessoas que nos cercam, o olhar daquela criança que nos ouviu e entendeu o que queríamos dizer, descansar com o pé para cima no sofá e observar as fotos dispostas, ler e escrever aos amigos virtuais, deitar pertinho de quem ama e descansar. Ou ainda observar o que acontece, independente da sua ação: a flor que se salvou da destruição quase que total pela arte do cachorrinho no jardim, o pão que veio quentinho da padaria, o texto que apareceu por acaso na sua frente, trazendo respostas para aquilo que estava procurando... e assim vai.

domingo, 17 de abril de 2011

Cultura de paz e mediação de conflitos


Trabalhar na busca de uma cultura de paz é gratificante, isto é, buscar maneiras de ressaltar a importância dos valores como amor, solidariedade, amizade, família entre outros. Ao mesmo tempo, tal fato nos coloca num eterno desafio: como mediar diferentes valores entre aqueles que convivem num mesmo ambiente e possuem olhares completamente diferentes diante de uma mesma realidade? As necessidades são diferentes, e como cada um tenta supri-las também. Desse modo, o que fazer se olhares buscam pontos de vistas tão diversificados? Fazer uma lavagem cerebral para que todos pensem igualzinho àqueles que lideram o grupo, como sugeriu uma colega? Não, não é uma boa ideia. As construções se fazem justamente pela diversidade de pensamentos. Imagine se transformássemos a brincadeira de "Siga o mestre" em uma rotina diária? Não... realmente não... nem mesmo quando se tem a melhor das boas intenções.
Então, o que fazer? Por na balança os prós e os contras de cada situação e decidir pelo caminho em que o coletivo acredita ser o melhor, em detrimento do individual? Tão simples... Será?

Que tal fazer um comentário e ajudar nesse conflito?